Eternidade
E foi assim que descobri que todas as coisas continuam para sempre, como um rio que corre ininterruptamente para o mar, por mais que façam para o deter.Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes. Acredita na eternidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos. Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem princípio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos. E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo podia ser meu para sempre.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
um vicio maldito
Aquele estalar de dedos,um vicio maldito.
Aquele roer de unhas,um vicio maldito.
Aquele olhar pressistente e atento que não consigo disfarçar nem desviar,o maior dos meus malditos vicios.
o beijar e abraçar.. o sentir a essencia, o querer!
um vicio. mas será um vicio maldito?
Dizem que tudo o que é vicio é mau,que não existem vicios saudaveis,vicios bons. Talvez por isso esteja a tentar transformar, a tentar que deixes de ser um vicio para passares a ser.. a ser o que? a ser qualquer outra coisa que implique teres de continuar a fazer parte de mim e que implique tudo o que em ti é viciante para mim.
E todas aquelas nossas conversas,palavras soltas risos e gargalhadas,todos eles tão viciantes,viciantes é mesmo a palavra indicada porque na tua ausencia ate pode nem existir silencio mas tb n existe tanto ruido,não existem essas gargalhadas tão contagiantes.
um monte de palavras que podem ser varridas pelas vassouras que os ouvidos têm e que usam quando não querem escutar,mas eu sei que tu escutas.
este teclar estupidamente viciante..
Um bem haja a ti, foram de facto bons tempos,e este texto nunca sairá daqui. Recordações ,apesar de tudo,merecia ser exposto,já tem algum tempo,e merecia ser visto.
Aquele roer de unhas,um vicio maldito.
Aquele olhar pressistente e atento que não consigo disfarçar nem desviar,o maior dos meus malditos vicios.
o beijar e abraçar.. o sentir a essencia, o querer!
um vicio. mas será um vicio maldito?
Dizem que tudo o que é vicio é mau,que não existem vicios saudaveis,vicios bons. Talvez por isso esteja a tentar transformar, a tentar que deixes de ser um vicio para passares a ser.. a ser o que? a ser qualquer outra coisa que implique teres de continuar a fazer parte de mim e que implique tudo o que em ti é viciante para mim.
E todas aquelas nossas conversas,palavras soltas risos e gargalhadas,todos eles tão viciantes,viciantes é mesmo a palavra indicada porque na tua ausencia ate pode nem existir silencio mas tb n existe tanto ruido,não existem essas gargalhadas tão contagiantes.
um monte de palavras que podem ser varridas pelas vassouras que os ouvidos têm e que usam quando não querem escutar,mas eu sei que tu escutas.
este teclar estupidamente viciante..
Um bem haja a ti, foram de facto bons tempos,e este texto nunca sairá daqui. Recordações ,apesar de tudo,merecia ser exposto,já tem algum tempo,e merecia ser visto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
